quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Luiz Marenco

E aqui vai um de meus versos(Pra minha cura)

PRA MINHA CURA.

Soguei um pensamento
Curei com barro de tempo
Fiz minhas préces caladas
Alsei a perna no nada
Mirando a cruz do meu tempo.

E o verso se fez luz
No escuro conduz
Candeeiro de vida
-Malva que cura as feridas
De minha alma esquecida.

Andava comforme o vento
Mas assim inda ando
Curando as penas com poemas
Benzendo com yuyos de campo

No zaino faço do tempo
Uma luzão um momento
Vivo comforme me vou...
Quem sabe no mas se calou?
-Deichei a guitarra calada-
Ficou apenas as marcas
Que meu tempo deixou

Da minha cura sei bem
É a estrada ,o que vem...
Porfia de espóras e basto
Minhas cantigas meus guardos
Curando o que o coração tem ...

Curei o que o tempo abriu
Com ponta de lança
-Um fumo a botella-
E nas mãos de uma benzedeira
Curei o que o corpo careçe
Na cicatriz da lembrança
Procuro a cura pra ansias
No poema em forma de préce...

Pra minha cura sei bem
Nas voltas do pensamento
Brotam ruínas de tempo
Curando com o que o poema tem...

Pedro Almeida
2010/novembro primavera

domingo, 2 de janeiro de 2011

sábado, 18 de dezembro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Poesias e Cantigas ponteiro de tropa




Na noite desta terça-feira passada tivemos no centro de Novo-Hamburgo uma mescla de apresentações artisticas realizadas no teatro municipal.Contando com a presença de payadores,poetas,declamadores e contores;vivemos algo inedito nesta cidade pura tradição traduzida em sencibilidade,amor e união em torno da verdadeira alma crioula.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Farrapos


E entramos mais uma veis no mês farrapo.Mês em que comemoramos a honra e altivez,a bravura e ideais que nossos ancestrais nos legaram.Hoje graças a estes que defenderam com bravura nossa terra podemos nos identificar como herdeiros farrapos.Mês em somos mais que gaúchos pois neste mês somos Farroupilhas!Somos o que nossos ancestrais plantaram em nossa terra colorada com seu próprio sangue.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O Tempo



Nos tentamos conta-lo, mas não podemos pois o temporal das horas não é mais que mera ilusão.E a medida que procuramos editar normas,regras e medidas nos perdemos da verdadeira face daquele que é nosso parceiro e inimigo.O tempo que falo é a verdade de nossas vidas o instante em que estendemos uma mirada por sobre as lonjuras não deve ser contado deve ser entendido como apenas uma pagina que marcamos em nossa curta passagem.E nessa busca por entender esse instante ou este tempo é o que nós faz seres entendedores de nossas existências mortais diante da infinitude das tranzitorias passagens temporais.O homem carece de entender a si mesmo e entender o tempo ou a marca que ele nos deixa."somos o tempo ,e assim nos fazemos imortais " PEDRO ALMEIDA Julho de 2010